Olá pessoal! Primeiramente gostaria de me desculpar com todos os visitantes do blog pelos dias que passei sei atualizá-lo. Essa semana foi de encerramento no meu trabalho e tive que apresentar diversos relatórios (sim, jornalista também faz relatório) e praticamente fiquei sem tempo para pensar em outra coisa que não fosse o trabalho. Para completar, ainda fui acometido por uma dessas estranhas viroses que atacam, nos deixam de cama, depois vão embora e ninguém sabe ao certo o que foi. Pois bem, recuperado e em forma, aqui estou eu de novo.
Muito se fala sobre domínio de Rexona e Finasa na Superliga Feminina de Vôlei, campeãs das últimas seis edições do campeonato. Mas na Superliga Masculina, pode-se dizer que também existe uma polarização entre dois times, rumo ao favoritismo. Depois de um rápido domínio das equipes do Sul do país (Ulbra e Unisul) no início desta década, Cimed (SC) e Minas (MG) têm se revezado nas “cabeças” do campeonato.
E este ano a situação parece que vai se repetir. Os dois times protagonizaram a final do primeiro torneio da Superliga. E com uma rodada de antecipação já estão confirmadas como finalistas do segundo torneio. Os dois times ainda se enfrentam pela última rodada num jogo que valerá o mando de campo no confronto final. Mas o que será que faz essas duas equipes permanecerem como favoritas ao título campeonato após campeonato?
O time de Florianópolis conta com a mesma base de jogadores há quase três anos. Atletas jovens que já defenderam as cores do Brasil nas seleções de base e que despontam como o futuro da seleção principal. Além disso, o time tem o legado deixado por um dos grandes ídolos do vôlei brasileiro, Renan DalZotto, que foi o responsável pela criação do projeto em Santa Catarina, que conta com a uma excelente infra-estrutura e um apoio incondicional do patrocinador. E o retorno tem sido proveitoso ou alguém sabia o que era Cimed há quatro anos?
Do outro lado temos um dos times de maior tradição do voleibol nacional. O Minas Tênis Clube ao longo da sua história conquistou diversos títulos brasileiros e se tornou em um celeiro de grandes jogadores. A equipe atual, apesar de ter sido formada este ano, conta com alguns dos mais experientes jogadores em atividade no Brasil. Aliando a tradição do clube, aos títulos conquistados, não é difícil encontrar um patrocinador que apóie o projeto do clube; a Vivo (antiga Telemig) está junto ao time há quase uma década.
Essas duas grandes equipes brasileiras são a prova de que apenas bons atletas não formam um grande time. A tradição do Minas e o projeto do Florianópolis dão a segurança necessária ao patrocinador para assinar embaixo qualquer decisão dos comandantes das equipes. E dessa forma, eles permanecem como favoritos, ano após ano.
DOIS TOQUES
A história se repete...


Não tem jeito. Nem Pinheiros, nem São Caetano, nem Brasil Telecom, nem Minas. No ano passado o Rexona ficou de fora da final do primeiro torneio, mas depois de recuperou e acabou vencendo a Superliga. Este ano foi a vez do Finasa ficar de fora da final do primeiro torneio. Mas parece que as coisas voltaram ao normal. No segundo turno as duas equipes estão invictas e assim como no masculino, se enfrentam na última rodada para decidir o mando de campo. A história toma o rumo que há tempos nós já conhecemos... Mas segundo a enquete realizada aqui no site, muita gente (56%) ainda acredita na vitória do São Caetano. É esperar para ver.
Motivação
“Quando uma pessoa se põe a caminho de um objetivo, ela não necessariamente está motivada a atingir este objetivo. Os fatores que a levam a caminhar naquela direção podem-lhe ser intrínsecos ou extrínsecos. Quando são intrínsecos, há motivação; quando são extrínsecos, há apenas movimento”.




















